Rumores vindos do gabinete da Casa Civil apontam para ainda este mês uma visita da ministra-chefe Dilma Rousseff e do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ao Estado.
Segundo informações extra-oficiais, a agenda da ministra prevê sua presença num ato de inauguração das obras de duplicação da BR-101, trecho próximo à São José do Norte conhecido como Estrada do Inferno. As obras na rodovia federal já foram concluídas. Entretanto, o empreendimento não foi entregue oficialmente à comunidade gaúcha. Além de Dilma, o ato deve contar com a presença do presidente.
De acordo com Karin Henkel, do Centro de Excelência em Engenharia de Transportes (Centran), o Dnit confirmou recentemente os rumores sobre a possível liberação da ordem de serviço. Na ocasião, além da inauguração da BR-101, a ministra-chefe da Casa Civil aproveitaria sua vinda à Zona Sul do Estado para anunciar oficialmente as obras de duplicação da BR-392 - estrada que liga Rio Grande a Pelotas. "Por diversas vezes foi cogitada esta hipótese. Porém, nada foi concretizado. Esta semana os rumores voltaram à tona e agora aguardamos ansiosos pela confirmação", explica ela.Karin declara que na próxima segunda-feira, uma comissão de Brasília vem a Pelotas para debater os projetos ambientais previstos pela obra de duplicação. "Os trabalhos seguem sendo realizados normalmente", afirma. O indicativo de que Lula e Dilma Roussef vêm ao Estado para anunciar a obra, deverá conciliar agenda de ambos a visitas às obras contempladas pelo Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) no Rio Grande do Sul. E as informações extra-oficiais ganham força pois ontem, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que vai começar uma peregrinação pelo país para acompanhar de perto a execução das obras do PAC. Enquanto isso, a BR-392 recebe recapagem em dois trechos da pista.O anúncio de Lula foi feito aos ministros da área econômica, de infraestrutura e dirigentes de estatais que participam de uma reunião para avaliar o andamento das obras do programa. Lula disse que, após as visitas, vai discutir com áreas específicas soluções para os problemas que forem identificados.Segundo relato de ministros que participam da reunião, o presidente cobrou mais agilidade na execução das obras e menos burocracia no andamento das ações do programa. "[o presidente] deixou bastante claro seu envolvimento pessoal no acompanhamento das obras que estão ocorrendo no país, cobrando cronogramas, celeridade, insistindo na tese que temos que criar condições", afirmou o ministro da Integração Nacional, Geddel Vieira Lima.Geddel afirmou que o presidente demonstrou preocupação com o ritmo das obras e voltou a insistir para que as empresas que sejam contratadas pelo PAC adotem o sistema de terceiro turno para a geração de mais emprego. Essa recomendação já tinha sido repassada aos empresários, mas de acordo com levantamento do governo, poucas empresas implementaram o terceiro turno.
quinta-feira, 9 de abril de 2009
quarta-feira, 8 de abril de 2009
Dê carinho, doe amor
Muitas crianças e adolescentes residem nos abrigos do Rio Grande e têm poucas chances de
serem adotados. No entanto, a comunidade pode ajudar a reverter este quadro, através de um programa que oportuniza o contato direto com os internos.O Apadrinhamento Afetivo é uma forma de confortar muitas crianças e jovens. É função do padrinho ou da madrinha doar carinho, acompanhar o rendimento escolar do apadrinhado, visitar em dias especiais, além de outras ações que beneficiam os pequenos moradores dos abrigos, os quais costumam sobrar na fila de adoção por não se enquadrarem no perfil procurado pelos pretendentes. Sem esperança, saem dos abrigos aos 18 anos sem ter com quem contar. Mas através do apadrinhamento afetivo, recebem cuidados os quais dificilmente teriam acesso.Em Rio Grande, o lançamento da quinta edição do programa Apadrinhamento Afetivo será realizado no dia 15 de abril, às 19h, na Câmara Municipal. As inscrições estarão abertas do dia 16 de abril até o dia 29 de maio.
Para ser padrinho ou madrinha é necessário respeitar os critérios do programa que são: ter
idade mínima de 18 anos (respeitando a diferença de 16 anos entre padrinho e afilhado,
conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA); apresentar a
documentação solicitada; não estar cadastrado no Juizado da Infância e da Juventude para
adoção; passar pela entrevista preliminar com um psicólogo; receber visita domiciliar e
participar das oficinas de preparação para o programa.Os interessados devem telefonar para 3231-1859 e agendar a entrevista para fazer o cadastro,
ou comparecer na sala do Rede Família, situada na rua Marechal Floriano, 5 – 2º piso (entrada
pela Alm. Barroso), no horário das 13h30min até as 17h. O projeto permite que crianças e adolescentes que hoje são "filhos do Estado" e crescem em abrigos, tenham referenciais de vida além dos profissionais que com eles convivem.
serem adotados. No entanto, a comunidade pode ajudar a reverter este quadro, através de um programa que oportuniza o contato direto com os internos.O Apadrinhamento Afetivo é uma forma de confortar muitas crianças e jovens. É função do padrinho ou da madrinha doar carinho, acompanhar o rendimento escolar do apadrinhado, visitar em dias especiais, além de outras ações que beneficiam os pequenos moradores dos abrigos, os quais costumam sobrar na fila de adoção por não se enquadrarem no perfil procurado pelos pretendentes. Sem esperança, saem dos abrigos aos 18 anos sem ter com quem contar. Mas através do apadrinhamento afetivo, recebem cuidados os quais dificilmente teriam acesso.Em Rio Grande, o lançamento da quinta edição do programa Apadrinhamento Afetivo será realizado no dia 15 de abril, às 19h, na Câmara Municipal. As inscrições estarão abertas do dia 16 de abril até o dia 29 de maio.
Para ser padrinho ou madrinha é necessário respeitar os critérios do programa que são: ter
idade mínima de 18 anos (respeitando a diferença de 16 anos entre padrinho e afilhado,
conforme estabelece o Estatuto da Criança e do Adolescente – ECA); apresentar a
documentação solicitada; não estar cadastrado no Juizado da Infância e da Juventude para
adoção; passar pela entrevista preliminar com um psicólogo; receber visita domiciliar e
participar das oficinas de preparação para o programa.Os interessados devem telefonar para 3231-1859 e agendar a entrevista para fazer o cadastro,
ou comparecer na sala do Rede Família, situada na rua Marechal Floriano, 5 – 2º piso (entrada
pela Alm. Barroso), no horário das 13h30min até as 17h. O projeto permite que crianças e adolescentes que hoje são "filhos do Estado" e crescem em abrigos, tenham referenciais de vida além dos profissionais que com eles convivem.
terça-feira, 7 de abril de 2009
Mais de R$ 790 milhões em investimentos no porto de Rio Grande
Na tarde desta terça-feira, o ministro da Secretaria Especial dos Portos, Pedro Brito, esteve em Rio Grande quando anunciou diversos investimentos do governo federal para tornar o porto rio-grandino o segundo maior e mais importante do Brasil.
Para tanto, ele comunicou investimentos na ordem de R$ 795 milhões, divididos entre recursos para a continuidade da obra de prolongamento dos Molhes da Barra, para a dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao Porto Novo, além da modernização do cais.
Durante seu pronunciamento no almoço no Centronave - que integrava à programação do seminário O Porto do Rio Grande Construindo o Futuro do RS - Pedro Brito afirmou que a crise econômica mundial não irá alterar os projetos previsto pelo governo Lula para os portos brasileiros. Declarou ainda que os recursos visando a implantação de tais projetos inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) serão mantidos. Assim, o Porto do Rio Grande será o segundo maior e mais importante do país, sendo o primeiro da região sul - a fim de atender as demandas geradas e encaminhadas também pelos países do Mercosul.
Tratam-se de mais boas notícias para a terra de Tamandaré, que por décadas permaneceu estagnada. Os poderes políticos locais dizem que faltavam oportunidades. Ora, mas quantos governantes ligados a atual gestão municipal governaram o país antes de Lula? E porque até o momento o porto do Rio Grande não estava entre as metas e projetos dos governos federais anteriores? São perguntas sem respostas. No entanto, o mais importante, neste momento, é que a comunidade se faça presente, mediante a cobrança de políticas públicas que atendam as demandas a serem geradas por estes projetos. Conheça alguns os projetos assegurados hoje pelo ministro Pedro Brito.
- Contemplada com investimentos na ordem de R$ 350 milhões, o ministro garantiu mais recursos para a continuidade das obras de ampliação dos Molhes da Barra, orçada em R$ 515 milhões. A previsão é que os molhes sejam inaugurados em dezembro deste ano, cerimônia que deverá contar com a presença do presidente Lula.
- A dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao Porto do Rio Grande, com aplicação de R$ 196 milhões também foi outra obra garantida por Brito, independente da crise. Ele observou que R$ 84 milhões serão destinados às obras de modernização do cais do Porto Novo. No caso da dragagem de aprofundamento dos acessos aquaviários ao Porto do Rio Grande, a obra deve iniciar em maio, e prevê o aprofundamento do canal de acesso ao porto gaúcho, de 14 para 18 metros, no canal externo (fora dos Molhes da Barra, com 12.974 metros de comprimento), e de 14 para 16 metros, no canal interno (entre os Molhes e o píer petroleiro, com 11.700 metros de extensão).
- Já a obra de modernização do cais Porto Novo prevê a reconstrução do atual cais, com a construção de uma nova superestrutura que avança 11,6 metros para dentro do canal, possibilitando a utilização de equipamentos de maior porte e o aprofundamento do calado de 31 para 40 pés. A obra, que compreende 1.125 metros de cais, seguirá o mesmo padrão da estrutura já revitalizada do Porto Novo que conta com 450 metros.
Para tanto, ele comunicou investimentos na ordem de R$ 795 milhões, divididos entre recursos para a continuidade da obra de prolongamento dos Molhes da Barra, para a dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao Porto Novo, além da modernização do cais.
Durante seu pronunciamento no almoço no Centronave - que integrava à programação do seminário O Porto do Rio Grande Construindo o Futuro do RS - Pedro Brito afirmou que a crise econômica mundial não irá alterar os projetos previsto pelo governo Lula para os portos brasileiros. Declarou ainda que os recursos visando a implantação de tais projetos inseridos no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) serão mantidos. Assim, o Porto do Rio Grande será o segundo maior e mais importante do país, sendo o primeiro da região sul - a fim de atender as demandas geradas e encaminhadas também pelos países do Mercosul.
Tratam-se de mais boas notícias para a terra de Tamandaré, que por décadas permaneceu estagnada. Os poderes políticos locais dizem que faltavam oportunidades. Ora, mas quantos governantes ligados a atual gestão municipal governaram o país antes de Lula? E porque até o momento o porto do Rio Grande não estava entre as metas e projetos dos governos federais anteriores? São perguntas sem respostas. No entanto, o mais importante, neste momento, é que a comunidade se faça presente, mediante a cobrança de políticas públicas que atendam as demandas a serem geradas por estes projetos. Conheça alguns os projetos assegurados hoje pelo ministro Pedro Brito.
- Contemplada com investimentos na ordem de R$ 350 milhões, o ministro garantiu mais recursos para a continuidade das obras de ampliação dos Molhes da Barra, orçada em R$ 515 milhões. A previsão é que os molhes sejam inaugurados em dezembro deste ano, cerimônia que deverá contar com a presença do presidente Lula.
- A dragagem de aprofundamento do canal de acesso ao Porto do Rio Grande, com aplicação de R$ 196 milhões também foi outra obra garantida por Brito, independente da crise. Ele observou que R$ 84 milhões serão destinados às obras de modernização do cais do Porto Novo. No caso da dragagem de aprofundamento dos acessos aquaviários ao Porto do Rio Grande, a obra deve iniciar em maio, e prevê o aprofundamento do canal de acesso ao porto gaúcho, de 14 para 18 metros, no canal externo (fora dos Molhes da Barra, com 12.974 metros de comprimento), e de 14 para 16 metros, no canal interno (entre os Molhes e o píer petroleiro, com 11.700 metros de extensão).
- Já a obra de modernização do cais Porto Novo prevê a reconstrução do atual cais, com a construção de uma nova superestrutura que avança 11,6 metros para dentro do canal, possibilitando a utilização de equipamentos de maior porte e o aprofundamento do calado de 31 para 40 pés. A obra, que compreende 1.125 metros de cais, seguirá o mesmo padrão da estrutura já revitalizada do Porto Novo que conta com 450 metros.
quarta-feira, 1 de abril de 2009
Brasil propõe cláusula social no G-20
O Brasil mais uma vez é propositivo no campo das Relações Internacionais. Por determinação do Presidente Lula, o ministro do Trabalho e Emprego, Carlos Lupi, propôs neste primeiro dia de abril incluir a seguinte diretriz no documento conclusivo do encontro em Roma de ministros do Trabalho do G-8 ampliado: “os investimentos públicos devem se atrelar à manutenção e à geração de empregos”.
O texto de conclusão será encaminhado à reunião do G-20, em Londres, a partir de quinta-feira (2), que contará com a presença do presidente Luis Inácio Lula da Silva.O Brasil, representado pelo ministro Carlos Lupi, participa como convidado do encontro do G-8 ampliado, que reúne o bloco dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia. Além do Brasil, são países covidados a África do Sul, Índia, China, México e Egito. “É importante aplicar a contrapartida social de garantia do emprego para evitar um colapso maior com a crise internacional. Não adianta governos de todo mundo injetarem bilhões de dólares na economia e os empresários, que se beneficiam destes financiamentos, continuem demitindo.
O Brasil prorrogou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)esta semana. O ministro falou ainda do acordo inédito firmado entre a pasta brasileira e as concessionárias de carros usados para a não-demissão de seu quadro.Essa mesma diretriz foi aprovada em janeiro, no Chile, num encontro promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) dos ministros do Trabalho do Brasil, México, Argentina, Uruguai e Chile. Acredito ser esta uma das melhores medidas para evitar que a crise atinja ainda mais os países em desenvolvimento.
Segundo o ministro, seria importante que os países que integram o G-8 pensem em medidas voltadas a ajudar os trabalhadores, e não apenas socorrer o mercado financeiro. Lupi enumerou as medidas tomadas para incentivar a economia brasileira, como a redução do IPI para automóveis. “Deu tão certo que as vendas nos dois primeiros meses de 2009 foram maiores que em 2008, quando não havia crise, e o governo decidiu estender o benefício”, conta. Entre outras medidas, ele citou também que o FGTS liberou mais de R$ 10 bilhões para obras de infraestrutura e aprovou o aumento em duas parcelas do seguro-desemprego para os setores mais atingidos; e o Fundo de Amparo ao Trabalhador está oferecendo R$ 23 bilhões para financiar habitação popular, com subsidio e crédito a juro baixo. FMI - Durante o encontro do G-8, o ministro Carlos Lupi sugeriu ao diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Jonh Lipsky, que pense em incluir a exigência de investimento na qualificação profissional nos contratos com os países que contraem empréstimos. O Brasil acredita que os países em desenvolvimento não precisam apenas de dinheiro, mas de mão-de-obra qualificada para impulsionar suas economias. Jonh Lipsky ficou de levar a reunião do Fundo a questão sugerida pelo Brasil.
O texto de conclusão será encaminhado à reunião do G-20, em Londres, a partir de quinta-feira (2), que contará com a presença do presidente Luis Inácio Lula da Silva.O Brasil, representado pelo ministro Carlos Lupi, participa como convidado do encontro do G-8 ampliado, que reúne o bloco dos sete países mais ricos do mundo e a Rússia. Além do Brasil, são países covidados a África do Sul, Índia, China, México e Egito. “É importante aplicar a contrapartida social de garantia do emprego para evitar um colapso maior com a crise internacional. Não adianta governos de todo mundo injetarem bilhões de dólares na economia e os empresários, que se beneficiam destes financiamentos, continuem demitindo.
O Brasil prorrogou o Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI)esta semana. O ministro falou ainda do acordo inédito firmado entre a pasta brasileira e as concessionárias de carros usados para a não-demissão de seu quadro.Essa mesma diretriz foi aprovada em janeiro, no Chile, num encontro promovido pela Organização Internacional do Trabalho (OIT) dos ministros do Trabalho do Brasil, México, Argentina, Uruguai e Chile. Acredito ser esta uma das melhores medidas para evitar que a crise atinja ainda mais os países em desenvolvimento.
Segundo o ministro, seria importante que os países que integram o G-8 pensem em medidas voltadas a ajudar os trabalhadores, e não apenas socorrer o mercado financeiro. Lupi enumerou as medidas tomadas para incentivar a economia brasileira, como a redução do IPI para automóveis. “Deu tão certo que as vendas nos dois primeiros meses de 2009 foram maiores que em 2008, quando não havia crise, e o governo decidiu estender o benefício”, conta. Entre outras medidas, ele citou também que o FGTS liberou mais de R$ 10 bilhões para obras de infraestrutura e aprovou o aumento em duas parcelas do seguro-desemprego para os setores mais atingidos; e o Fundo de Amparo ao Trabalhador está oferecendo R$ 23 bilhões para financiar habitação popular, com subsidio e crédito a juro baixo. FMI - Durante o encontro do G-8, o ministro Carlos Lupi sugeriu ao diretor do Fundo Monetário Internacional (FMI), Jonh Lipsky, que pense em incluir a exigência de investimento na qualificação profissional nos contratos com os países que contraem empréstimos. O Brasil acredita que os países em desenvolvimento não precisam apenas de dinheiro, mas de mão-de-obra qualificada para impulsionar suas economias. Jonh Lipsky ficou de levar a reunião do Fundo a questão sugerida pelo Brasil.
terça-feira, 31 de março de 2009
Rio Grande ganha os céus, também à noite
Há alguns anos, a companhia aérea Ocean Air desistiu de operar no aeroporto de Rio Grande por falta de passageiros. Pouco tempo depois, a empresa NHT voltou a apostar no Município que, apoiado à indústria naval, agora possui uma demanda digna de grandes polos gaúchos.
O governo do estado diz que isso foi possível devido ao investimento em infraestrutura do aeroporto pela aquisição de equipamentos. Entretanto, foi graças às políticas públicas do governo federal que o atual cenário econômico tornou-se realidade. A vinda de novas empresa - e, consequentemente, de empresários de diversos locais a Rio Grande - assegurou ao aeroporto local certa estabilidade. Tanto que a companhia aérea NHT pretende ampliar o número de voos, de acordo com a demanda crescente.
Uma conquista recente foi a liberação do aeroporto de Rio Grande para operações noturnas. Com isso, os passageiros podem chegar a Rio Grande à noite e voltar somente no outro dia. Antes, eles desembarcavam em Pelotas, de onde seguiam de van até Rio Grande. A implantação do polo naval trouxe e ainda trará belos frutos à comunidade rio-grandina. Apostar no país para alavancar a construção e montagem de plataformas oceânicas e na construção do gigante dique seco deram ânimo não só à Metade Sul do Estado mas a todo o Rio Grande do Sul.
Rio Grande voa em direção ao futuro. Esperamos que os governos estadual e municipal dêem apoio para que a cidade continue a prosperar. Mas, para isso, é preciso ações que atendam as necessidades ligadas ao setor econômico, sem deixar de lado as demandas da comunidade local. Rio Grande agora ganha os ares também à noite, de onde pode ser apreciada em uma posição privilegiada. Iluminada, a cidade gaúcha mais antiga está se modernizando e coorendo atrás do tempo perdido, graças ao impulso do governo federal.
O governo do estado diz que isso foi possível devido ao investimento em infraestrutura do aeroporto pela aquisição de equipamentos. Entretanto, foi graças às políticas públicas do governo federal que o atual cenário econômico tornou-se realidade. A vinda de novas empresa - e, consequentemente, de empresários de diversos locais a Rio Grande - assegurou ao aeroporto local certa estabilidade. Tanto que a companhia aérea NHT pretende ampliar o número de voos, de acordo com a demanda crescente.
Uma conquista recente foi a liberação do aeroporto de Rio Grande para operações noturnas. Com isso, os passageiros podem chegar a Rio Grande à noite e voltar somente no outro dia. Antes, eles desembarcavam em Pelotas, de onde seguiam de van até Rio Grande. A implantação do polo naval trouxe e ainda trará belos frutos à comunidade rio-grandina. Apostar no país para alavancar a construção e montagem de plataformas oceânicas e na construção do gigante dique seco deram ânimo não só à Metade Sul do Estado mas a todo o Rio Grande do Sul.
Rio Grande voa em direção ao futuro. Esperamos que os governos estadual e municipal dêem apoio para que a cidade continue a prosperar. Mas, para isso, é preciso ações que atendam as necessidades ligadas ao setor econômico, sem deixar de lado as demandas da comunidade local. Rio Grande agora ganha os ares também à noite, de onde pode ser apreciada em uma posição privilegiada. Iluminada, a cidade gaúcha mais antiga está se modernizando e coorendo atrás do tempo perdido, graças ao impulso do governo federal.
domingo, 29 de março de 2009
Um País menos desigual e com mais oportunidades
Orgulha-me fazer parte de um governo que caminha a passos largos no combate à pobreza e desigualdade de seu povo. Indicadores sociais apontam a redução das desigualdades entre os brasileiros, com a criação de novos postos de trabalho. A formalização do trabalho e a mobilidade social também estão sendo incentivadas.
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil figura no grupo de países com os maiores índices desenvolvimento humano. Esse quadro é resultado das políticas públicas de combate à pobreza e de geração deemprego e renda. Veja alguns números que elucidam os acertos do Governo Lula:
• Pobreza - pessoas com renda mensal per capita inferior a meio salário mínimo: de 43,5% da população(2002) para 30,3% (2007);
• Pobreza extrema - pessoas com renda mensal per capita inferior a um quarto do salário mínimo: de20,5% da população para 11,5%;
• Desigualdade de renda domiciliar: de 0,553 (2002) para 0,528 em 2007 (-4,5%);
• Desnutrição - menores de cinco anos abaixo do peso: de 12,5% (2003) para 4,8% (2008);
Crescimento da formalização do emprego, da renda e da mobilidade social
• Proporção de trabalhadores formalizados: aumento de 49% (2003) para 53,4% (2008);
• Rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas - aumento de 11,3% de 2003 para 2008.
Democratização e melhoria da qualidade da educação
• Analfabetismo - maiores de 15 anos: queda de 11,8% (2002) para 9,9% (2007), com 82% dos jovens de 15 a 17 anos na escola (2007);
• Acesso à universidade: 1,3 milhão novos alunos entraram em faculdades de 2003 a 2007;
Melhoria da qualidade de vida;
• Queda na mortalidade infantil: de 24,3 por mil nascidos vivos (2002) para 19,3 (2007);
• Esperança de vida: de 70,4 anos (2000) para 72,7 (2007).
Estes são alguns números que demonstram o compromisso de um Governo democrático e popular com a melhoria da qualidade de vida de seu povo.
Pelo segundo ano consecutivo, o Brasil figura no grupo de países com os maiores índices desenvolvimento humano. Esse quadro é resultado das políticas públicas de combate à pobreza e de geração deemprego e renda. Veja alguns números que elucidam os acertos do Governo Lula:
• Pobreza - pessoas com renda mensal per capita inferior a meio salário mínimo: de 43,5% da população(2002) para 30,3% (2007);
• Pobreza extrema - pessoas com renda mensal per capita inferior a um quarto do salário mínimo: de20,5% da população para 11,5%;
• Desigualdade de renda domiciliar: de 0,553 (2002) para 0,528 em 2007 (-4,5%);
• Desnutrição - menores de cinco anos abaixo do peso: de 12,5% (2003) para 4,8% (2008);
Crescimento da formalização do emprego, da renda e da mobilidade social
• Proporção de trabalhadores formalizados: aumento de 49% (2003) para 53,4% (2008);
• Rendimento médio real habitual das pessoas ocupadas - aumento de 11,3% de 2003 para 2008.
Democratização e melhoria da qualidade da educação
• Analfabetismo - maiores de 15 anos: queda de 11,8% (2002) para 9,9% (2007), com 82% dos jovens de 15 a 17 anos na escola (2007);
• Acesso à universidade: 1,3 milhão novos alunos entraram em faculdades de 2003 a 2007;
Melhoria da qualidade de vida;
• Queda na mortalidade infantil: de 24,3 por mil nascidos vivos (2002) para 19,3 (2007);
• Esperança de vida: de 70,4 anos (2000) para 72,7 (2007).
Estes são alguns números que demonstram o compromisso de um Governo democrático e popular com a melhoria da qualidade de vida de seu povo.
quinta-feira, 26 de março de 2009
Um caso isolado?
O drama da menina Isabele Rodrigues vai além da necessidade financeira enfrentada por sua família. Claro que a pequena rio-grandina precisa de auxílio neste momento, mas não é possível deixar de lado o questionamento quanto à participação do poder público municipal no fato. Afinal, a menina brincava com uma bola durante o horário de recreio da Escola Municipal Frederico Ernesto Buchholz, situada no bairro homônimo à instituição de ensino, quando se machucou. Segundo sua mãe, ela pisou no brinquedo. Mas foi a queda que a deixou com uma sequela permanente no fêmur esquerdo. Isabele caiu em uma pedra que estava jogada no pátio, decorrente da obra de construção do ginásio da escola. No local não havia uma tela de proteção. As crianças são obrigadas a brincar e fazer suas atividades físicas em meio ao entulho, ao cimento e demais materiais normalmente utilizados neste tipo de construção. Após o episódio, a escola prestou socorro à menina, que agora tem dificuldades para se locomover e não consegue mais pular ou jogar bola como antes, justamente uma das brincadeiras que ela mais gostava de fazer
na escola. No entanto, apenas uma cesta básica adquirida pelas funcionárias da instituição de ensino municipal e outra angariada entre funcionários da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec) foi a assistência vinda do Executivo. Nenhum apoio mais foi dado e sequer indenização. A mãe da menina contratou um advogado, que entrou com uma liminar solicitando pensão a Isabele, uma vez que o acidente ocorreu no âmbito escolar. Entretanto, a justiça negou o pedido, deixando a família em uma situação caótica, já que a mãe precisou parar de trabalhar para cuidar da filha. Isabele estava na escola justamente para que sua mãe pudesse trabalhar e garantir o sustento da casa, composta ainda por mais dois meninos, sendo um deles menor. O outro sofreu um acidente no ano passado e não pode exercer qualquer tipo de trabalho mais pesado. A educação vai além da alfabetização. Os órgãos públicos precisam zelar pela segurança e integridade, inclusive física, de seus alunos. Os pais confiam seu bem mais importante às mãos das instituições, que são obrigadas a proporcionar o mínimo de infraestrutura. No momento do acidente, Isabele e mais dezenas de crianças eram cuidadas por uma estagiária. Claro que os acadêmicos devem ter oportunidades de trabalho, mas devem ser assessorados por profissionais. E a falta de educadores do ensino municipal em Rio Grande é uma realidade. Não só a Escola Frederico Ernesto Buchholz precisa de mais professores, como outras da cidade.
Educação é um direito de toda a criança, e a creche onde ficava a menina garantia a renda familiar da família. O Executivo Municipal tem a obrigação de investir também no meio social.A cada dia, Rio Grande parece estar se aproximando de cidades as quais sofrem com políticas públicas despreparadas. Falta de professores e de infraestrutura para obras são os primeiros sintomas. É preciso fiscalizar e exigir atenção aos nossos filhos, filhos dessa terra que exige respeito. Não basta investimentos para o crescimento econômico portuário se o Município não está preparado para atender a demanda que vai ser gerada com a vinda de moradores de outras cidades - a qual irá exigir a ampliação de escolas, postos de saúde, investimentos em segurança pública, etc. O progresso só continuará apenas mediante um planejamento sério e capaz de atender o futuro, mas garantindo sempre a integridade da população. É preciso que Isabele seja apenas um caso isolado.
na escola. No entanto, apenas uma cesta básica adquirida pelas funcionárias da instituição de ensino municipal e outra angariada entre funcionários da Secretaria Municipal de Educação e Cultura (Smec) foi a assistência vinda do Executivo. Nenhum apoio mais foi dado e sequer indenização. A mãe da menina contratou um advogado, que entrou com uma liminar solicitando pensão a Isabele, uma vez que o acidente ocorreu no âmbito escolar. Entretanto, a justiça negou o pedido, deixando a família em uma situação caótica, já que a mãe precisou parar de trabalhar para cuidar da filha. Isabele estava na escola justamente para que sua mãe pudesse trabalhar e garantir o sustento da casa, composta ainda por mais dois meninos, sendo um deles menor. O outro sofreu um acidente no ano passado e não pode exercer qualquer tipo de trabalho mais pesado. A educação vai além da alfabetização. Os órgãos públicos precisam zelar pela segurança e integridade, inclusive física, de seus alunos. Os pais confiam seu bem mais importante às mãos das instituições, que são obrigadas a proporcionar o mínimo de infraestrutura. No momento do acidente, Isabele e mais dezenas de crianças eram cuidadas por uma estagiária. Claro que os acadêmicos devem ter oportunidades de trabalho, mas devem ser assessorados por profissionais. E a falta de educadores do ensino municipal em Rio Grande é uma realidade. Não só a Escola Frederico Ernesto Buchholz precisa de mais professores, como outras da cidade.
Educação é um direito de toda a criança, e a creche onde ficava a menina garantia a renda familiar da família. O Executivo Municipal tem a obrigação de investir também no meio social.A cada dia, Rio Grande parece estar se aproximando de cidades as quais sofrem com políticas públicas despreparadas. Falta de professores e de infraestrutura para obras são os primeiros sintomas. É preciso fiscalizar e exigir atenção aos nossos filhos, filhos dessa terra que exige respeito. Não basta investimentos para o crescimento econômico portuário se o Município não está preparado para atender a demanda que vai ser gerada com a vinda de moradores de outras cidades - a qual irá exigir a ampliação de escolas, postos de saúde, investimentos em segurança pública, etc. O progresso só continuará apenas mediante um planejamento sério e capaz de atender o futuro, mas garantindo sempre a integridade da população. É preciso que Isabele seja apenas um caso isolado.
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